"IA", "agente", "automação" viraram ruído. Todo fornecedor fala igual, promete o mesmo e entrega genérico. O Etah precisava de uma marca que não parecesse mais uma startup de bot, e sim uma presença: séria, elegante, segura, e inconfundivelmente tech.
A resposta não foi gritar mais alto. Foi construir a marca de um agente de elite. Alguém que você não configura, você aciona. E ele resolve.
Etah é o "eita" de quando algo dá certo além do esperado. A marca não descreve o produto, ela é o sentimento que ele provoca. E o som ecoa "Ethan": o agente que cumpre qualquer missão. Afeto e competência no mesmo nome.
A surpresa boa. O cliente sente antes de entender. Marca que gruda porque vira reação.
Soa como "Ethan": o agente secreto que cumpre qualquer missão. Discreto, elegante, infalível. Missão dada, missão cumprida.
A arquitetura separa quem chancela de quem encanta. O grupo dá lastro e segurança. O Etah é a estrela que o cliente ama e chama pelo nome.
Ouro sobre preto. Confiança e luxo discreto, sem gritar. A marca é o wordmark Etah.ai na tipografia editorial: o ouro sozinho faz o trabalho, sem símbolo, sem ruído.
Um pixel de ouro que se acende. É o instante em que o agente entra em ação: a missão sai do escuro e resolve. Tech na base, cinema no gesto.
Toda superfície que o Etah pode tocar: do bolso do cliente à fachada, do crachá do time ao painel da Times Square.








Confiante, direto, com um toque de charme cinematográfico. Nunca técnico, nunca robô. Fala como o agente que resolve, não como o software que você configura.
Cada aplicação aqui é um lugar onde o Etah vai existir. O app, a fachada, o crachá, o painel em Nova York. A marca já nasce grande porque foi desenhada pra chegar lá.
O essencial pra aplicar a marca em qualquer lugar sem errar: o wordmark, as fontes e as cores.
Marca única, sempre com o .ai dourado, no canto superior. Em “IMFx”, o x é sempre minúsculo, colado no F.